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terça-feira, 6 de julho de 2010

Dinastia Westmoreland 03 - Até Você Chegar (Judith McNaught)


"Mais uma trama repleta de paixão, erotismo e aventura criada pela grande dama da ficção romântica. No início do século XIX, Sheridan Bromleigh - garota de catorze anos criada livremente pelo pai - é enviada à casa de sua tia solteirona, professora de boas maneiras. Seu aprendizado dura seis anos: aos vinte, ela é uma bela, elegante e educada professora de um seleto colégio de moças, escolhida para acompanhar uma das alunas, noiva de um nobre, à Inglaterra.
Durante a viagem, a aluna foge com outro homem, deixando Sheridan aterrorizada com a possibilidade de ser punida pelo descuido. Mas o noivo preterido acabara de falecer, atropelado pela carruagem do conde Stephen Westmoreland, que compungidamente recebe Sheridan no cais, confundindo-a com a noiva oficial.
Antes que consiga esclarecer o mal-entendido, a jovem é atingida na cabeça pela carga de um dos navios, perdendo a memória. Em meio à confusão que se segue, brota entre o conde e a plebéia uma arrebatadora, louca paixão."

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Outro livro da JM. Impossível não gostar!
Esse livro conta a história do Stephen (irmão do Clay, de 'Whitney, Meu Amor') e da Sherry. Vou confessar que eu gostei mais do Stephen no livro da Whitney. Ele era mais divertido ... nesse livro ele tá meio ranzinza, mais ainda assim, tá explicado no enredo o porquê dessa mudança dele ... (aê, gente que escreve bem é outra coisa, né? Viva JM).
A Sherry perde a memória, eles se apaixonam, se desentendem, se separam, se reencontram, confessam que se amam e assim segue a história. Meio clichê, concordo. Mas é aquele tipo de clichê que a gente ama!
Boa leitura,
V.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dinastia Westmoreland 02 - Whitney, Meu Amor (Judith McNaught)


"Órfã de mãe e criada por um pai severo e frio, a adolescente Whitney Stone choca a sociedade inglesa do começo do século XIX com seus modos, sua espontaneidade e rebeldia. Desde menina, ela ama o belo e aristocrático Paul, perseguindo-o em todos os lugares e inventando as mais inusitadas formas de chamar-lhe a atenção.
Enviada a Paris, ela recebe um longo treinamento para transformar-se uma mulher fina, glamourosa, irresistível. Quando retorna a Londres, está mudada, mas ainda disposta a conquistar seu amor de infância.
Mas o irascível e poderoso duque Clayton Westmoreland é quem se interessa mais vivamente pela jovem mulher. E é ele quem, por meio de artimanhas maquiavélicas, consegue levá-la ao altar. Mas Whitney recusa-se a aceitar imposições, e está disposta a fazer tudo para livrar-se do odioso casamento. A convivência, porém, traz surpresas, e dentro de pouco tempo o duque se revela muito mais charmoso e gentil do que ela desejaria admitir.
Talvez Paul não passe de uma fantasia infantil; talvez Clayton tenha bons motivos para agir tão brutalmente; talvez o casamento não seja um erro tão grande assim…"

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" — Odiei você desde o primeiro instante em que o vi, no baile de máscaras, e esse ódio cresceu muito, desde então.

— Lamento muito, porque quando a vi pela primeira vez, achei que era a criatura mais linda que Deus já fez — ele confessou baixinho."

- Whitney e Clay -
"Vários meses atrás, em Paris, uma adorável jovem acusou- me de ser um falso duque. Aconselhou-me a ser um impostor menos pretensioso e escolher outro título, alguma coisa mais de acordo comigo. Naquele momento, decidi que, além do meu, eu só desejava um único título, o de marido dela. — Riu, pousando os olhos cinzentos no rosto de Whitney. — E, acreditem, foi muito mais fácil conseguir o primeiro título do que o segundo. — Esperou que os risos cessassem e concluiu: — E é muito menos valioso."

- Clayton Westmorland -

Uau ... lembram do St. Aubyn, do livro Adorável Pecador? Eu pensava que ele era mau, mas o Duque de Claymore consegue superar qualquer um nesse quesito. Gostei muito do livro, muito mesmo, mas não gostei do mocinho! Vibrei e torci pelos personagens, mas não consigo perdoar Clay de jeito nenhum! Mesmo eu, que adoro mocinhos arrogantes, achei que ele passou muito do ponto (e em alguns momentos, cheguei a torcer para que a Whitney não perdoasse ele).
Uma coisa que eu gosto muito nos romances da JM, é que ela nunca termina a história quando os mocinhos fazem as pazes, sempre leva o livro um pouco mais adiante ... casamento, filhos, enfim, não deixa a gente com aquele sentimento de que na melhor parte, o livro acaba. Só que nesse livro, achei que o final foi muito corrido! Mesmo assim gostei do livro
Destaque para o divertidíssimo Stephen (irmão do Clay), e para o 'debate verbal' na sala de jantar. Ri muiiiiiiiito com as provocações dos mocinhos.
Boa leitura,
V.