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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Efeito dos Namorados (Bonnie Dee)


"Um homem cujo coração apaixonado foi dilacerado. Uma mulher que nunca se arriscou. Pode o amor trazer-lhes um novo começo? Carrie Morrison se conforma a passar o Dia dos Namorados sozinha, mas o Cupido lhe traz uma surpresa embalada no corpo quente do pai de um de seus alunos da terceira série. Quando Enrique Torres pára na sala de aula para discutir sobre seu filho, uma grande química acontece entre eles. Ric é viúvo, pai, mecânico de automóveis e o mais quente amante latino que uma mulher poderia desejar para satisfazer as fantasias do Dia dos Namorados. Uma noite quente com Ric a deixa querendo mais, mas ela não tem certeza se é corajosa o suficiente para uma relação além de uma noite só. Mas Ric não está disposto a deixar Carrie ir tão facilmente. Ela curou o seu coração machucado, e ele está preparado para sempre".

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Gostei tanto do livro Ouvindo com o Coração que resolvi procurar outras obras da autora.
Achei esse livro muito legal, apesar de não ter o enredo tão elaborado. O livrinho é curtinho e é meio no estilo Elloras (pouco romance e muito sexo), mas o mocinho é tão fofo que me conquistou!
Ric é viúvo e pai de Nando, que é aluno da Carrie. Nossos mocinhos se conhecem exatamente numa reunião de pais e mestres no dia dos namorados. Os dois resolvem sair para tomar um café, esse café vira um jantar, que vira uma saída para dançar e evolui uma noite extremamente hot.
Ric é um mocinho apaixonante (aliás, como se diz em minha terra ... 'Êêêê lá em casa ...'). Destaque para a cena muito sedutora no clube latino e também para a cena em que ele manda um cartãozinho do dia dos namorados para ela. Fofo!
Enfim meninas, o livro é água-com-açúcar mas vale a pena!
Boa leitura,
V.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ouvindo com o Coração (Bonnie Dee)


"O coração transmite mensagens para além do que os ouvidos podem ouvir.

Após a morte de seu noivo, Catherine Johnson, uma professora de Nova York em 1901, viaja para Nebraska para ensinar numa escola e escapar de suas lembranças tristes.Uma tarde, a violência explode na cidade sonolenta. Catherine salva o surdo-mudo, Jim Kinney, da tortura por bandidos bêbados.

Quando ela se encarrega de sua educação, ensinando-o a ler e assinar cresce a atração entre eles. O calor e humor neste homem silencioso transcendem a necessidade de expressão e os olhos diziam a ela tudo que ela precisa saber sobre seus sentimentos por ela. Mas as barreiras e os obstáculos da diferença de classe e do estigma de sua deficiência são quase intransponíveis para a sua fixação em crescimento.

Será que desrespeitando as regras da sociedade Catherine iria deixar-se amar de novo? Jim pode fazer o seu caminho para sair da pobreza como um homem surdo em um mundo de audição?"


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Esse livro é muito fofo! Muito, muito, muito!
A Sinopse é fraca, mas o livro é de leitura fácil e deliciosa, porém intensa.
Nossos mocinhos são Jim e Catherine. Cat é uma professora do povoado, que morava em NY mas veio para uma cidade pequena para ajudar a esquecer o noivo que morreu pouco tempo antes do casamento. Jim é um trabalhador do campo e é surdo-mudo.
Os dois se encontram de uma maneira pouco convencional e a Cat começa a ensiná-lo a ler e escrever, mas os dois se apaixonam e a atração é irresistível. Apesar de não ser esnobe, a Cat tem vergonha de assumir o relacionamento dos dois (inclusive para ela mesma) e a história se desenvolve a partir daí.
O Jim é muuuuuuito fofo! A gente até entende a posição (e o receio/medo) da Cat, mas nem por isso deixamos de torcer pelo nosso mocinho. Dá vontade de colocá-lo no colo, sério!
Tenho que falar que a cena da primeira vez dos dois foi a maior que eu já li! Páginas e páginas descrevendo - muitíssimo bem - o ato. Só por essa cena o livro já valeria a pena, mas o romance não deixa nada a desejar.
Eu adoro clichês românticos, mas é tão bom quando a gente lê uma história diferente, né? Tô me sentindo bem leve depois de ler esse livro. Gostei meeeeesmo. Ah! E eu adorei essa capa! Toda vez que eu olho para ela, parece que são os olhos do Jim (tão bem descritos pela autora) me olhando mesmo.
Boa leitura,
V.