
"O coração transmite mensagens para além do que os ouvidos podem ouvir.
Após a morte de seu noivo, Catherine Johnson, uma professora de Nova York em 1901, viaja para Nebraska para ensinar numa escola e escapar de suas lembranças tristes.Uma tarde, a violência explode na cidade sonolenta. Catherine salva o surdo-mudo, Jim Kinney, da tortura por bandidos bêbados.
Quando ela se encarrega de sua educação, ensinando-o a ler e assinar cresce a atração entre eles. O calor e humor neste homem silencioso transcendem a necessidade de expressão e os olhos diziam a ela tudo que ela precisa saber sobre seus sentimentos por ela. Mas as barreiras e os obstáculos da diferença de classe e do estigma de sua deficiência são quase intransponíveis para a sua fixação em crescimento.
Será que desrespeitando as regras da sociedade Catherine iria deixar-se amar de novo? Jim pode fazer o seu caminho para sair da pobreza como um homem surdo em um mundo de audição?"
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Esse livro é muito fofo! Muito, muito, muito!
A Sinopse é fraca, mas o livro é de leitura fácil e deliciosa, porém intensa.
Nossos mocinhos são Jim e Catherine. Cat é uma professora do povoado, que morava em NY mas veio para uma cidade pequena para ajudar a esquecer o noivo que morreu pouco tempo antes do casamento. Jim é um trabalhador do campo e é surdo-mudo.
Os dois se encontram de uma maneira pouco convencional e a Cat começa a ensiná-lo a ler e escrever, mas os dois se apaixonam e a atração é irresistível. Apesar de não ser esnobe, a Cat tem vergonha de assumir o relacionamento dos dois (inclusive para ela mesma) e a história se desenvolve a partir daí.
O Jim é muuuuuuito fofo! A gente até entende a posição (e o receio/medo) da Cat, mas nem por isso deixamos de torcer pelo nosso mocinho. Dá vontade de colocá-lo no colo, sério!
Tenho que falar que a cena da primeira vez dos dois foi a maior que eu já li! Páginas e páginas descrevendo - muitíssimo bem - o ato. Só por essa cena o livro já valeria a pena, mas o romance não deixa nada a desejar.
Eu adoro clichês românticos, mas é tão bom quando a gente lê uma história diferente, né? Tô me sentindo bem leve depois de ler esse livro. Gostei meeeeesmo. Ah! E eu adorei essa capa! Toda vez que eu olho para ela, parece que são os olhos do Jim (tão bem descritos pela autora) me olhando mesmo.
Boa leitura,
V.