quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alguém para amar (Judith McNaught)



"Uma bela condessa de dezessete anos só podia estar destinada a brilhar na requintada sociedade de Londres. Mas Elizabeth Cameron era muito diferente das jovens de sua época. Órfã, havia sido criada longe dos salões londrinos e não sabia que ligações afetivas e financeiras frequentemente se entrelaçavam, em sutis arranjos de interesses. Não por acaso sua festa de debutante resultou num verdadeiro escândalo: era ingênua demais para suspeitar de intrigas, impulsiva e imatura em excesso para lidar com Ian Thornton, um homem atraente, no entanto perigosamente hábil nos jogos sociais. Elizabeth apaixonou-se por ele à primeira vista e, da noite para o dia, viu todos os seus sonhos se desmancharem. A paixão que sentia foi transformada em pecado, seu amor tornado impossível.
Judith McNaught descreve com impressionante vigor e emoção o romance tumultuado de Elizabeth e lan, alternando sensualidade, ternura, aventura e humor. Do riso às lágrimas, impossível não compactuar com os personagens inesquecíveis de Alguém para amar, que é, sem dúvida, um irrecusável convite ao sonho."

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"Escute-me com atenção, meu querido, pois vou lhe dar um aviso bem claro de que não permitirei que faça isso conosco. Você me deu seu amor, e eu não vou deixar que o tome de volta. Por mais que você tente, mais força eu terei para lutar. Vou assombrar seus sonhos à noite, exatamente como você fez com os meus, em todas as noites em que ficarmos separados. Vai permanecer longas horas acordado, desejando-me ao seu lado, e sabendo que eu também estarei ansiando por você. E quando não puder mais suportar... — prometeu, dolorosamente —, então voltará para mim, e eu estarei à sua espera. Vou chorar em seus braços e lhe dizer o quanto lamento todo o mal que lhe causei, e você me ajudará a encontrar uma maneira de perdoar a mim mesma"
- Elisabeth Thornthon -

"Se estiver disposta a dar um passo à frente, minha querida, você poderia chorar nos meus braços. E, enquanto isso, eu lhe direi o quanto lamento por tudo o que fiz... — Incapaz de esperar, estendeu os braços e apertou-a com força contra o peito. — E quando eu terminar — sussurrou, quando Elizabeth o enlaçou e começou a soluçar —, você pode ajudar-me a encontrar uma maneira de perdoar a mim mesmo"
- Ian Thornthon -

Nossaaaaaaaaa ... que livro lindo! Tô completamente apaixonada por essa história.

Elizabeth e Ian formam um casal perfeito, mas bem real. Sério meninas, é impossível não se apaixonar por esse livro!
O fofo do Ian está definitivamente na minha lista de mocinhos favoritos (junto com Mr. Darcy, Lord St. Aubyn, Jonas Waytt, Chance Mackenzie e Niall McLaren)! Eu ficava com raiva dele e, dois minutos depois me derretia. A mesma coisa com a Lizzy ... quis dar uns tapas nela e em seguida tava torcendo e vibrando por ela.
Muita vontade de jogar vários spoilers, mas tenho que me conter. Não deixem as 400 páginas (versão digital) do livro intimidarem vocês, pq - acreditem - elas vão voar. Quando me dei conta já estava na página 300 e pensando "Ah não ... já vai acabar" ... :p
Boa leitura,
V.

7 comentários:

  1. Nossa esse livro é um dos mais lindos que já li!
    A história é ótima, o casal é perfeito! Adoro mocinhas como Elizabeth!
    Simplesmente amei!
    Virei fã de Judthi McNaught depois deste livro!

    beijos !

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  2. Oi Ingrid!
    Esse livro foi o primeiro da Judith McNaught que eu li e também me tornei fã.
    Eu cheguei a ficar com o coração apertadinho quando eles brigaram, você acredita? rsrs
    BjoO

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  3. Olá V.,
    Esse livro é simplesmente emocionante, encantador, maravilhoso...
    Sofri muito no final, mas valeu a pena!!! Ah, e ri bastante também....
    Esse é o segundo livro da Judith que leio e estou apaixonada por ela, na minha opinião uma das melhores escritoras que existe.
    Parabéns para você também pelo blog, seus comentários são ótimos, inteligentes...
    Beijos.
    Andrea

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  4. Quem ama romances jamais poderia deixar essa historia passar......
    Deus!!!! É o melhor romance que existe, desafio a quem leu dizer que não sofreu com os desencontros, ou que não vibrou com os entendimentos, ou ainda que não morreu de rir com as muitas situações que correram.
    Sem dividas é um livro pra se ter em casa, e reler pois é impossível ler uma vez só.....

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  5. Amei!!! Ian, preciso de um urgente!!!

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    1. Que bom que você gostou, Claudinha!
      BjoO

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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